About Me
|
I'm strong on the surface, but, all not the way through.
|
Interests
|
What do i enjoy in life?
BTT/Cross-country, Pilates, Music, Silence, Alternative Cultures, Gastronomy, Books, Business, History, Human & Animal Psicology, Art, Politics, Psicology, Economy, Finance & Banking, Travel, Photography, IT, Graphic Design & MMedia...within some other major subjects with a great deal of importance such as family and friends!
|
Favorite Music
Reverend and the makers, She Wants Revenge, Faith no More, Bic Runga, Beck, Cake, Calexico, Cla, Colfinger/Margarida Pinto, Cathy Battistessa, Frank Sinatra, Franz Ferdinand, Fun Lovin Criminals, Goldfrapp, Roisin Murphy, Nneka, Gotan P, Guem, Heather Nova, Kaiser Chiefs, K. Max, Lamb, Madredeus, Metallica, Mafalda Veiga, Muse, Masaladosa, Nathaniel Merryweather, New Order, PJ Harvey, Paradise Lost, Placebo, Primitive Reason, Pearl Jam, RATM, RHCP, Radio Macau, Rolling Stones, Sergio Godinho Smashing Pumpkins, Sophie Ellis Bextor, Sparks, Strokes, SOD, The Gathering, Tom Waits, Toranja, Tricky, TV on the Radio, Vines, Violent Femmes, Yann Tiersen, Zacks Nikosi... along many other great all time bands...
|
Favorite Music Video
Everybody's Free (to Wear Sunscreen) by Baz Luhrman
|
Favorite Movies
Into the Wild, Tropa de Elite, The Shawshank Redemption, Carandiru, Hotel Rwanda, Eternal Sushine Of The Spotless Mind, Magnolia, Citizen Kane, American Psycho, V for Vendetta, Flying over a cucoos nest, Le grand Boeuf, Papillon, Matrix (Revisited), Old School...
|
Favorite TV Shows
X=IR/{TVI}
|
Favorite Books
Into the Wild by Jon Krakauer. Jesus CEO by Laurie B Jones, One Hundred Years of Solitude by G.G.Marquez, Schindler's List by T.Keneally, Undercover Economist by T.Harford, By the River Piedra i Sat Down and Wept by P.Coelho and ALL of "The Secret Diary's of Adrian Mole" by S.Townsend
|
Favorite Quote
IMPOSSIBLE IS OFTEN THE UNTRIED / A UNICA CONSTANTE NA VIDA É A MUDANCA
|
Journal
Faz um mês que foi assinalado o dia da Erradicação da Pobreza em todo o Mundo. Nestas datas todos nós somos convocados para que "no nosso metro quadrado de influência" possamos agir para o "bem dos outros". Que fiz entretanto?Que fizeste entretanto?Que temos feito?
Se as estatísticas são fiáveis, há uma multidão de mais de 800 milhões de pessoas que, todas as noites, adormecem em sitios que nem o teu cão dorme, e com muita, muita fome. Nem podemos dizer que vão para a cama, ou que vão para casa, pois grande parte deste exército de amaldiçoados da sorte nem isso tem. Nada têm, nada possuem e não encontram o mínimo vislumbre de poderem alterar o rumo das suas vida e aceitam que as suas vidas são assim porque...nasceram com um destino menor. Será assim? Num mundo onde há tanta ostentação escandalosa de riqueza, onde alguns desbaratam milhões num exercício de vaidade tantas vezes inqualificável, tantos outros não conseguem apenas o mínimo para sobreviver. E o mínimo é alimentação suficiente, habitação digna, e um trabalho.Hoje,incrivelmente, até um português que ganhe um salario minimo é considerado "rico" nas estatisticas e faz parte de cerca de 9% de "ricos"em todo o mundo.
É preciso que se recorde novamente e novamente e novamente que essa pobreza não é uma fatalidade, que existem recursos económicos - nalguns países, até são excedentários -, que existem soluções. O que falta, na verdade, é colocar a questão da pobreza no topo da agenda política, no topo das nossas consciências. Que fazer? Agir. Cada um, no seu metro quadrado de influência pode ajudar a mudar o mundo. Dando a mão aquela pessoa que sabemos quem é ou por onde passa, ajudando instituições que se voluntariam para corrigir estas "assimetrias", formatando a nossa opinião e sensibilizar os mais novos, fazendo eco da urgência de se construir um mundo melhor. No mínimo, "olhar com coração" para quem vive pobre, vencendo preconceitos que estigmatizam, como o de culpar, exclusivamente, o pobre pela situação em que se encontra. E erradicar a pobreza é, de facto, uma questão urgente. A actual crise económica em que o mundo está mergulhado veio evidenciar o que há muito já se sabia que a economia, para estar, como lhe compete, unicamente ao serviço da pessoa humana, não se pode deixar de se orientar por imperativos éticos e tem que estar subordinada às exigências da recta política. É preciso agir política e socialmente. E que ninguém diga que a responsabilidade é dos outros. É nossa.
|
|