Nós, tornados actores, de pé, ofuscados pelas luzes da ribalta dissipados no vazio do palco pardacento, de frente, envolvidos numa multidão, do lado de lá do pano vermelho, fiamos uma banal conversa sem fim numa emaranhação de palavras, que com dom e sabedoria, as “desgravatamos” do papel rasurado, rascunhado e borrado pela puta do autor.
Nesses trocadilhos, aprendo a espalhar IL NEBULA NELLA VISTA, PER ESSERE MAIS IGNARO ED INGENUO, POR VER LE COSE CON FACILITATE, ABBOZATO DI TAN TRANSPARENTIA [!]
^^ VENERATE PER FALO ME DEL PARVO [.] Ensinaram-me e está escrito no "guião"
^^ Não sou chantagista, sou um negociante aldrabão, DEL MIO CABARET
Não me subestimes.
És perfeccionista?! Oh,eu sou muito mais.
És exigente?! Eu sou tanto.
Eu giro e reconheço a minha gente ! Eu crio a minha burocracia, eu complico-a [!], PERCHÉ È NECESSARIO COMPLICARE IL PUTE DI SEMPLICITÀ ! [e] blábláblá
PONTOS nos i's APITO, as QUATRO LINHAS "os CATULO" SESSENTAS MINHA GENTE SEXTA-FEIRA, SÁBADO COMPORTA, MIL FONTES, CASCAIS (village, ^^) CAFÉ[zinho], SERÃO CHOCOLATE FRUTA CAMPERA, FÓRUM, SPRINGFIELD®, compras FEIRA DOCAS, MARISCO SAGRES® TV, CSI Miami HORAS no chuveiro a escaldar xx
PERDER COM CLASSE , porque ate para se fazer merda, é preciso ser mestre [!]
VENCER COM OUSADIA , porque para se ser digno, atreves-te [!]
eu sou S A G R E S® , eu ainda nao sou super bock ^^
das raízes dos campos de cevada genuínas, passando pelos barris, nascem à pressão milhões de S A G R E S® , todos os dias made in PORTUGAL, de seu aroma cosmopolita alcóÓlico,
é da garrafa po' esófago, laringe e traqueias A beber-se cerveja do gargalo até à ultima gota, é prazer, é magia, é S A G R E S® !
S A G R E S® MINHA que estais no bar Santificado seja o teu sabor Venha a MIM o copo cheio Seja feita a tua vontade Com tremoço ou marisco Beber no bar ou na doca, Em casa ou na rua Uma S A G R E S® por dia nao chega Perdoai as MINHAS bebedeiras Assim como EU perdou(õ) A quem nao tenha bebido Não ME deixeis cair no sumo E livrai-ME de toda a água Ámen!